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'Não há contaminação', diz delegado que investiga candidatos por fraude em concurso da PM do TO

Delegado dá detalhes sobre operação contra fraude no concurso público da PMTO As investigações sobre as fraudes no concurso da Polícia Militar do Tocanti...

'Não há contaminação', diz delegado que investiga candidatos por fraude em concurso da PM do TO
'Não há contaminação', diz delegado que investiga candidatos por fraude em concurso da PM do TO (Foto: Reprodução)

Delegado dá detalhes sobre operação contra fraude no concurso público da PMTO As investigações sobre as fraudes no concurso da Polícia Militar do Tocantins (PM-TO) apontam que ‘não há contaminação’ do certame como um todo, segundo o delegado responsável pelo caso, Claudemir Luiz Ferreira. A afirmação foi feita após a deflagração da Operação Última Etapa, que cumpriu oito mandados de prisão e nove de busca e apreensão domiciliar nos estados de Pernambuco, Paraíba, Pará e Goiás. A fraude foi articulada por uma organização criminosa que utilizava ‘pilotos’ — pessoas com alto nível de conhecimento contratadas para fazer as provas no lugar dos verdadeiros candidatos. Para garantir a aprovação ilícita na primeira fase, realizada em 15 de junho de 2025, os candidatos chegavam a pagar até R$ 50 mil. O delegado Claudemir informou que não houve fatores que pudessem culminar no cancelamento do concurso, como vazamento de provas ou de questões. “Nós verificamos que a fraude foi executada de maneira pontual, para candidatos específicos que foram identificados e serão excluídos. Portanto, não houve vazamentos de provas nem de questões [...]. Assim, até o momento, acreditamos que não há contaminação do certame”, explicou o delegado. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp LEIA TAMBÉM: Diferenças em digitais e assinaturas levaram polícia a descobrir fraude em concurso da PM do Tocantins Cinco candidatos que fraudaram concurso da PM devem ser eliminados, diz comandante Policial militar do Ceará é preso por suspeita de fraude em concurso da PM de Tocantins Cinco candidatos identificados como beneficiários do esquema serão eliminados. Segundo a PM do Tocantins, eles serão substituídos por candidatos subsequentes na lista de classificação, permitindo que o cronograma da seleção siga normalmente para os demais 34 mil inscritos. Os nomes dos envolvidos não foram divulgados, por isso o g1 não conseguiu contato com as defesas deles. Documentos apreendidos com suspeito durante operação SSP-TO/Divulgação Entenda A Polícia Civil cumpre mandados de prisão preventiva, busca e apreensão contra uma suposta organização criminosa investigada por fraudar o concurso da Polícia Militar do Tocantins, realizado em junho de 2025. Segundo apurado pela TV Anhanguera, candidatos teriam pago até R$ 50 mil para que outras pessoas fizessem as provas em seus lugares. A operação Última Etapa foi realizada na manhã desta quarta-feira (18) em Pernambuco, Paraíba, Pará e Goiás. Foram cumpridos oito mandados de prisão e nove de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Palmas. Íntegra na da nota da Polícia Militar do Tocantins A Polícia Militar do Tocantins informa que, ao identificar indícios de possíveis irregularidades relacionadas à conduta de alguns candidatos inscritos no concurso público da Corporação, adotou imediatamente as providências administrativas e institucionais cabíveis para resguardar a legalidade e a lisura do certame. A situação foi detectada no âmbito da Comissão Organizadora do Concurso da Polícia Militar, que procedeu à análise preliminar das informações e realizou o compartilhamento dos dados com a Polícia Civil do Estado do Tocantins, possibilitando a adoção das medidas investigativas pertinentes pelos órgãos competentes. A atuação institucional teve como objetivo garantir a transparência do processo seletivo e preservar a integridade do concurso público, reforçando o compromisso da Polícia Militar com a legalidade, a ética e a seleção de profissionais qualificados para o serviço público. A Polícia Militar do Tocantins destaca que as suspeitas referem-se a condutas individuais, não havendo qualquer comprometimento da lisura do certame como um todo. A Corporação permanece colaborando com as investigações em andamento e reafirma seu compromisso com a transparência, a legalidade e a confiança da sociedade tocantinense em seus processos institucionais. O caso segue sob apuração pelos órgãos competentes. Íntegra da nota da FGV A Fundação Getulio Vargas (FGV) tem atuado em cooperação com a PMTO, fornecendo as informações necessárias para a adequada apuração dos fatos. As suspeitas dizem respeito a condutas individuais, sem impacto sobre o conjunto do certame. A instituição reafirma seu compromisso com a transparência e a integridade de seus processos. Íntegra da nota da Sejus do Distrito Federal A Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (SEJUS-DF) informa que acompanha com rigor a situação envolvendo o suposto envolvimento de um agente socioeducativo em uma operação policial deflagrada no estado do Tocantins. Ressaltamos que o caso já foi encaminhado preventivamente à Controladoria Setorial da SEJUS para a apuração dos fatos. A Secretaria reitera seu compromisso com a ética e a transparência pública, assegurando que, caso o envolvimento do servidor seja formalmente confirmado, todas as providências administrativas cabíveis serão rigorosamente adotadas, respeitando o devido processo legal. Íntegra da nota da PRF do Pará A Polícia Rodoviária Federal no Pará (SPRF/PA) informa que deu apoio, na última quarta-feira (18), à Operação Última Etapa, da Polícia Civil de Tocantins (PCTO), que investiga supostas fraudes em concurso público da Polícia Militar (PMTO). Polícia Civil investiga suposta fraude no concurso da PMTO Divulgação/PCTO Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

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